
OPEN THE WINDOW.
E por tanto tempo eu caminhei, corri, caí, levantei, e passei por inúmeras fases. Todos nós temos um pouco de lagarta, e ela foi aos poucos saindo do seu casulo. Transformações na vida são constantes, e com isso, não devemos ter tanto cuidado, tanto medo de se machucar, devemos dar a cara a tapa, viver, e assim nós vamos aprender. Por aquele momento ela pensou que o chão fosse abrir, e diante de um grande buraco eu fosse se machucar, então naquela velha casa abandonada procurou se trancar, existia um lindo monstro, sim, lindo. Era encantador, mas não deixava de ser um monstro. Chamavam o pelo nome de: Amor. Trancando todas as portas e janelas com um cadeado, ficou ali por bastante tempo tentando se proteger, mas ela descobriu que teria que arriscar-se para ser feliz, daí ela pegou o machado e detonou os cadeados, abriu a janela respirou fundo, um ar que a muito tempo não sentia. Assim descobriu que não precisava ficar correndo atrás do monstro que era o amor para destruí-lo. Ele viria serenamente, e ela ia dominá-lo. Na hora certa, no tempo certo.
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Não se apresse , lembre-se ... você é dona de um coração nômade.

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